9 de fev de 2010

Orginalidade não existe

Nada é original. Roube de qualquer lugar que ressoe com inspiração ou que seja combustível para sua imaginação. Devore filmes antigos, filmes novos, música, livros, pinturas, fotografias, poemas, sonhos, conversas aleatórias, arquitetura, pontes, sinalização de trânsito, árvores, nuvens, formas de água, luz e sombra. Selecione para roubar somente aquilo que fale diretamente para sua alma. Se você fizer isso, seu trabalho (e roubo) serão autênticos.
Autenticidade não tem valor em si; originalidade não existe. E não se preocupe com esconder seu roubo – celebre-o se tiver vontade! De qualquer maneira, sempre lembre que Jean-Luc Godard disse: “O que interessa não é de onde você tira as coisas – mas para onde você as leva.” – Jim Jarmusch


Foto (celular): Gabriela Favre.

Quantas imagens se somaram na minha memória para eu roubar esta?

Um comentário:

Poetrica disse...

que beleza dona tereza